'' Eu morava na minha casa no morro ... na minha sala tinha uma Tv que passava jornal, novelas e sempre via meninos com brinquedos muito bonitos. Eu tinha apenas o meu caminhão de papel. Meu pai era traficante, a base do trabalho dele me sustentava, colocava comida na minha boca ... desde pequeno sempre escutei falarem que pra mim pobre a vida é dura, (mais dura do que ja é ... )
Sempre cresci com esse pensamento, poxa pô qual é o meu problema, O que aquele menino tinha que eu não tinha ....
Tempos se passarem e como era a minha sina, eu trasformei como o meu pai e agora o meu brinquedo não era o caminhão e sim era a arma ...., a mesma arma que meu pai matou por culpa do estado ...
Era famoso do morro, o heroí ...
Mas eu tinha filhos pra criar, a minha filha que era linda me perguntou
Papai, porque eu não posso ter aquele brinquedo ... eu como pai, era o meu dever ir conseguir aquele brinquedo ....
De acordo com você, eu não iria conseguir o brinquedo na maneira mais certa, mas você me conhece, conhece a minha filha
Todos me olhavam num predio grande no qual nunca tinha visto antes ... Entrei na loja, o panico era geral, eu não iria ferir ninguem mas ..., eu por panico das pessoas eu acabei atirando numa senhora ..., todos partiram em cima de mim e enquanto isso, a policia deu um tiro na minha nunca ... todos apaludiram o ato desse cidadão e eu cheio de sangue via a sombra da minha filha me abraçar .... ''
Prazer, eu sou o degradado que a socieadade exclui
Prazer, eu sou o traficante
sábado, 29 de novembro de 2008
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